
COMPRAR LIVRO DE LARA LUNNA
segunda-feira, 9 de janeiro de 2006
segunda-feira, 2 de janeiro de 2006
domingo, 1 de janeiro de 2006
quinta-feira, 29 de dezembro de 2005
"Ana Carolina prestou um desserviço" - Edson Cordeiro comenta com desgosto a forma como a cantora saiu do armário
Por telefone, falou com exclusividade à Tribuna do Brasil durante ensaio do show que vai apresentar na noite de reveillon na inauguração do primeiro Resort GLS do País, na Bahia. O cantor, que sempre falou abertamente de sua orientação sexual, acha que as falas de Ana à Veja são "um absurdo, uma regressão e um desserviço".
ENTREVISTA
Edson Cordeiro
De que forma sua orientação sexual influencia no seu trabalho?
Tudo o que eu sempre fiz foi gay porque veio de mim, que sou gay. Alguns artistas têm muito medo dessa expressão "levantar bandeira" com medo de se comprometer. Eu não tenho esse medo. Sou militante antes mesmo de ser artista. No início do mês, cantei no Dia Internacional de combate à Aids em Viena.
O presidente da república da Áustria estava na platéia. Fui como voluntário e fiz isso porque me sinto à vontade.
O que você achou da entrevista de Ana Carolina à Veja?
Fiquei revoltado. Ninguém é obrigado a levantar bandeira, mas acho uma pouca vergonha o que ela falou. Não por mim, mas por várias associações, ONGs e pessoas sérias, como Luiz Mott [antropólogo] e João Silvério Trevisan [escritor] que estão aí há muito tempo lutando para mudar essa realidade.
Que realidade é essa que ela aparenta desconhecer?
Do jeito que ela fala, parece que a gente vive na Suíça ou na Alemanha. A verdade é que a gente mora em um país que mata homossexuais. São pessoas que não vendem milhões de cópias, não são cultuadas pela mídia, são pobres e consideradas doentes, sim! Pessoas que são banidas da sociedade, expulsas de casa e que sofrem com o preconceito.
A opinião dela foi um tapa na cara da militância?
A militância não tem que trabalhar para Ana Carolina, nem pra mim, nem pra alguém que vive cercado de glamour e aceitações. A gente tem que lutar por quem não tem essa visibilidade e proteção da fama.
A revista a chamou de "ícone de uma geração que não liga para rótulos sexuais". Você concorda?
Ela tem o direito de não levantar bandeira e de se dizer ser "bi", talvez porque ser "bi" pareça menos homossexual. No Brasil as pessoas não se importam de ver mulheres se beijando, isso alimenta uma fantasia heterossexual. Agora, quando são dois homens, as pessoas ficam incomodadas e vemos que pouca coisa mudou. Acredito que realmente possa surgir uma geração mais esclarecida, mas o Brasil tem muito que crescer nisso ainda e integrar os avanços mundiais.
Esse foi um ano de algumas conquistas e aumento da visibilidade GLBT no Brasil. Você acredita que essa é uma tendência?
Não adianta só fazer a maior parada do mundo se no dia seguinte fica tudo igual. Não podemos ser só "pão e festa". Já provamos que somos bons em fazer festa. Agora, temos é que cobrar quando a gente tira a máscara é que temos que cobrar.
Fonte: Tribuna do Brasil, 24/12/2005
http://www.tribunadobrasil.com.br/?ntc=9564&ned=1537
domingo, 25 de dezembro de 2005
segunda-feira, 19 de dezembro de 2005
Reino Unido realiza seus primeiros casamentos gays

Ela dá a parceiros do mesmo sexo direitos legais semelhantes aos de heterossexuais casados. Manifestantes contra e a favor da mudança eram esperados diante do cartório por ocasião da cerimônia de união de Shannon Sickles e Grainne Close às 10h, hora local (8h, hora de Brasília).
O reverendo David McIlveen, da Igreja Presbiteriana Livre, está entre os manifestantes contrários à formalização da união entre pessoas do mesmo sexo, disse que a Bíblia qualifica o casamento como "uma relação entre homens e mulheres para criar filhos".
Mas Maria Quirey, de uma organização de direitos de homossexuais da Irlanda do Norte, disse que as cerimônias agradarão muita gente. Segundo ela, cerca de 6% dos britânicos poderão se beneficiar com a lei, de acordo com o governo. Só na Irlanda do Norte "são 100 mil pessoas - homens e mulheres".
O cartório da prefeitura de Belfast já tem 20 reservas para cerimônias deste tipo. Na Escócia, elas começarão a se realizar na terça-feira e na Inglaterra e País de Gales, na quarta.
Elton John
Há duas semanas, um homem com câncer de pulmão em fase avançada na cidade de Brighton, no sul da Inglaterra, recebeu uma permissão especial para marcar sua cerimônia antes do período de espera de 15 dias depois do registro.
Matthew Roche realizou sua cerimônia de união com Christopher Cramp poucas horas depois da entrada em vigor da lei de parceria civil, no dia 5 de dezembro. Roche morreu no dia seguinte.
sábado, 17 de dezembro de 2005
ANA CAROLINA NA VEJA DESTA SEMANA - 21.12.2005
domingo, 11 de dezembro de 2005
DISCURSO DE POSSE DE MINA BLIXEN

segunda-feira, 5 de dezembro de 2005
Começa registro de casamentos gays no Reino Unido
Os casais interessados podem registrar-se nas autoridades competentes a partir desta segunda-feira. A mudança legal que vai permitir a união civil entre pessoas do mesmo sexo foi feita após décadas de campanhas por parte de grupos de defesa dos homossexuais. Ativistas dizem que ela vai acabar com a desigualdade entre casais homossexuais e heterossexuais perante à Justiça.
Demanda elevada
Diferentemente dos casamentos, as cerimônias de assinatura dos documentos da união civil homossexual não precisam ser públicas. Centenas de casais devem se valer imediatamente da novidade, por exemplo, 198 cerimônias já foram provisoriamente agendadas na cidade de Brighton, no sul da Inglaterra, até o final do ano.
Ao todo, o conselho local já tem 510 cerimônias marcadas para os próximos meses, no que se considera ser o nível mais elevado de toda a Grã-Bretanha. Outras cidades onde a demanda por cerimônias é grande incluem Londres, Manchester, Birmingham, Newcastle e Edimburgo.
O governo espera que 4,5 mil casais de pessoas do mesmo sexo formalizem suas uniões no primeiro ano de vigência da lei.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2005
União Civil na Inglaterra

Beijos!
quarta-feira, 23 de novembro de 2005
WWWOOOOOOOWWW
fonte:
http://glsplanet.terra.com.br
ESPERO QUE SEJA MUITO BOA!
quarta-feira, 16 de novembro de 2005
POR QUE VALE À PENA LUTAR PELOS NOSSOS DIREITOS
Rede TV! volta e programa homofóbico vai em outro horário
Em comunicado emitido pela assessoria de imprensa da emissora "foi formalizado um termo de ajustamento de conduta visando formatar os programas de acordo com o que a Justiça entende como adequado". Assim, o programa de João Kleber deve deixar o período da tarde para ser transmitido no final da noite.
Segundo informações a RedeTV! concordou em veicular, durante 30 dias, mensagens que destaquem ações em prol dos direitos humanos. Além disso, a emissora deve pagar uma multa de R$ 400 mil.
terça-feira, 15 de novembro de 2005
JUSTIÇA: João Kleber & Homofobia na Rede TV!
RedeTV! está fora do ar por causa de João Kleber
A RedeTV! está fora do ar desde as 21h desta segunda-feira, dia 14. A juíza Rosana Ferri Vidor deferiu liminar do Ministério Público Federal, assinada no final da tarde, determinando que a emissora fosse punida pela baixa qualidade do programa Tarde Quente, apresentador por João Kleber, informou o jornal O Estado de S.Paulo.
Segundo conclusão do Ministério Público, o programa de João Kleber estimula a homofobia. Além do MP, nove ONGs também movem ação contra a emissora.
Redação Terra
Programa de João Kleber é suspenso por homofobia - Segunda, 7 de novembro de 2005, 14h55
O programa Tarde Quente, comandado por João Kleber na RedeTV!, deve ser supenso pela Justiça, acusado de homofobia, em piadas veiculadas no quadro de pegadinhas, informou a revista jurídica Última Instância.
O procurador regional dos Direitos do Cidadão do MPF (Ministério Público Federal), Sérgio Gardenghi Suiama, e a procuradora substituta, Adriana da Silva Fernandes, obtiveram, nesta segunda-feira, liminar que suspende a apresentação do Tarde Quente.
A ação, que foi apresentada pelo MPF e seis ONGs ligadas à defesa dos direitos dos homossexuais e dos direitos humanos, pede a cassação da concessão RedeTV!. Procurada pela reportagem do Terra, a emissora ainda não se pronunciou sobre o assunto.
Ainda segundo a liminar, a emissora terá que ceder, no mesmo horário da transmissão do programa de João Kleber, espaço para a exibição de programas sobre Direitos Humanos e contra a discriminação por orientação sexual. A RedeTV! terá que cobrir os custos referentes à transmissão dos novos programas.
Se condenados, a RedeTV! e João Kleber devem indenizar a sociedade por dano moral coletivo no valor de R$ 20 milhões, o equivalente a 10% do faturamento bruto anual da emissora.





































