
Ai, Amor...
E quem disse que eu quero nossas vidas paralelas?
Eu quero mais é enroscar a minha na tua!
Olá, visitantes deste blog!
Novamente, falo de Madonna. Com virtudes e defeitos como qualquer mortal, o saldo que Madonna deixa, na minha opinião, é bastante positivo. Sabe usar a mídia como ninguém, multiplica sua fortuna em investimentos diversificados, se reinventa e toma, efetivamente, atitudes que dão visibilidade ao mundo GLS. Polêmica, é verdade. Mas, até mesmo nos bastidores, ela contribui positivamente para a aceitação da diversidade.
Mulher de carne e osso, foi recentemente eleita pelas britânicas acima dos 40 anos de idade como a mulher de mais de 40 - ela tem 47 anos - com o corpo mais bonito do mundo. Isso ocorreu numa pesquisa feita com o objetivo de demonstrar a pressão que as mulheres sofrem quando entram na casa dos 40 anos de idade.
Nessa nova turnê, Igreja Católica a acusou de blasfêmia e protestou contra a encenação onde Madonna usa uma "coroa de espinhos" e é "crucificada" enquanto interpreta uma música. Madonna convidou o papa Bento para assitir ao seu show. O show aconteceu em um estádio lotado, a cerca de 1,5 qulômetro da cidade do Vaticano. Neste show, Madonna realizou um casamento gay entre dois dos seus bailarios e, em outro momento, foram exibidas fotos do papa depois de outras do ex-ditador italiano Benito Mussolini.
Está aí a notícia. Beijos para vocês.
Mina Blixen.
A juíza Adair Julieta da Silva, que jurisdiciona a 5ª Vara de Família e Sucessões de Cuiabá, julgou procedente o pedido de união estável entre um casal homossexual declarando a relação entre os dois uma entidade familiar. Com a sentença foi resguardado ao casal homossexual o direito à partilha de bens, à herança, à pensão alimentícia e a benefícios previdenciários. A sentença foi publicada no Diário da Justiça na segunda-feira (7/07) e vai transitar em julgado (terminar o prazo para recurso) no dia 24/07.
O casal afirma que têm uma convivência afetiva desde 1985, quando passaram a residir na mesma casa e a trabalhar juntos para a manutenção de uma vida
De acordo com a magistrada, não é possível violar a dignidade do homem por apego absurdo a formalismos legais. “Tanto o Código Civil quanto a Constituição Federal disciplinam somente a união estável entre o homem e a mulher. Mas, ao mesmo tempo, a CF dispõe em seu artigo 5º que todos são iguais perante a lei sem distinção de qualquer natureza. Garante também que a lei punirá qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais”, relata Adair da Silva.
Tribunal de Justiça do Estado do Mato Grosso
Terça, 18 de julho de 2006, 01h11
Fonte: Redação Terra
O primeiro dia do julgamento de Suzane von Richthofen e dos irmãos Cravinhos foi marcado por uma série de contradições. Em depoimentos, cada réu contou uma versão da história, com detalhes diferentes que podem motivar o juiz a estabelecer uma acareação entre os três neste segundo dia. Confira abaixo os principais pontos que ainda deixam muitas perguntas sem resposta ao caso.
Virgindade
O ex-namorado de Suzane von Richthofen, Daniel Cravinhos, afirmou que a jovem não era virgem quando os dois começaram a namorar. Segundo ele, a própria Suzane havia lhe dito que perdeu a virgindade aos 14 anos. Em seu depoimento, Daniel contou que a jovem chegou a ter pelo menos dois namorados antes de começarem o relacionamento. Na versão de Suzane, no entanto, ela teve a primeira relação sexual em janeiro de 2000, durante suas férias, com Daniel.
Drogas
Suzane afirmou que a primeira vez que experimentou maconha foi na noite de Natal de 1999, cerca de um mês após começar a namorar Daniel. Segundo ela, os dois estavam sozinhos na casa dos pais dele, que passaram a noite com parentes, e Daniel ofereceu a droga a ela. No entanto, Daniel afirmou, em seu depoimento, que ela já fumava muito antes de os dois se conhecerem e negou ter oferecido drogas à jovem. Ele disse, inclusive, que começou a fumar maconha depois que conheceu a garota.
Relação com os pais
Daniel disse que a relação de Suzane com os pais, Manfred e Marísia, era conflituosa. Ele chegou a afirmar que a jovem teria sofrido abuso sexual por parte de Manfred e que Marísia havia jogado um tamanco na cabeça da filha por causa de um sorvete. Suzane, no entanto, declarou que vivia com uma família normal e bem estruturada e fez questão de ressaltar que teve uma educação exemplar. Ela negou que tivesse sofrido abusos por parte do pai e disse que a história "não passa de uma grande mentira inventada por Daniel e o irmão", Cristian Cravinhos.
Amantes
Daniel contou que os pais de Suzane tinham amantes e disse ainda que Marísia seria homossexual e teria um caso com outra mulher. A jovem disse que Daniel até havia comentado com ela que viu seu pai sair do motel com uma mulher, mas que o seguiram várias vezes e nada foi confirmado. Suzane ressaltou que seu pai era uma pessoa maravilhosa e que seria incapaz de trair a mãe.
Mentor do crime
Na versão de Daniel, o planejamento do crime foi exclusivamente de Suzane. Ele contou que ela já havia planejado outras formas de matar o casal como colocando fogo no sítio da família enquanto eles dormiam ou cortando as mangueiras do freio do carro. Na versão de Suzane, Daniel teria a influenciado a cometer o crime. Ele teria dito a ela várias vezes como seria bom "se os pais dela não estivessem por perto".
Dinheiro
Suzane afirmou que comprava tudo o que o namorado queria, desde roupas, perfumes, viagens, televisão e DVD, e até o carpete do quarto dele, que foi pago por ela. Daniel, no entanto, diz que sempre foi independente financeiramente e começou a trabalhar com cerca de 15 anos.
Herança
Daniel e o irmão, Cristian, negaram que quisessem ficar com a herança da jovem. Cristian chegou a afirmar que comprou uma moto, com os dólares supostamente roubados da casa dos Richthofen, apenas para se desfazer do dinheiro. Na versão de Suzane, porém, além de Daniel e Cristian, toda a família Cravinhos estava interessada em sua herança. "Era uma família atrás de um intuito", disse.
A obra é definida por seu autor, Brian Luff, como uma "comédia de ficção científica com suspense" e tem um total de 75 mil palavras. O tempo necessário para baixar o conteúdo é de apenas alguns minutos.
O portal de serviços de internet Audible.co.uk é o editor, segundo o jornal.
O novo gênero digital começa a ser apontado como uma volta às origens orais da literatura. Mas os críticos também se perguntam se a conseqüencia não será distanciar ainda mais os jovens da leitura.
Muitos temem que o livro como o conhecemos hoje perca espaços cada vez maiores para seu rival digital, cujo conteúdo pode caber num iPod ou num telefone celular.
O autor do romance, Luff, um ex-jornalista esportivo, acredita, no entanto, que o efeito será o oposto, e que a iniciativa vai estimular o consumo de literatura em qualquer suporte.
O protagonista do romance é um atleta negro apelidado de Sexo sobre pernas por sua velocidade, que participa dos Jogos Olímpicos de Londres de 2012.
Luff, que cobriu como repórter os Jogos Olímpicos de Moscou em 1980, disse que a inspiração para seu personagem veio do velocista canadense Ben Johnson, cuja medalha de ouro nos 100 metros rasos foi cassada devido ao resultado positivo no exame antidoping, em Seul, em 1988.
A história gira em torno do desafio do protagonista: correr os 100 metros em zero segundo.
Segundo Chris McKee, diretor-executivo da Audible.co.uk, o romance oral não é um impostor no mundo literário. Pelo contrário: tem ilustres precedentes na tradição homérica.
"A palavra falada é anterior à escrita. A escritura é só um instrumento para registrar o oral. Portanto, a forma mais antiga de entretenimento é também a mais inovadora", afirma McKee.
Fonte: EFE
"O Grupo Positivo se une à família e ratifica posição contrária à discriminação de qualquer ordem. Porém, a corporação sente-se no dever e na obrigação de proteger qualquer marca que lhe pertence", afirmou a editora por meio de nota.
Victor Ângelo deixa claro que o bem-humorado dicionário não tem a pretensão de ser politicamente correto. "Perderia a graça se fosse politicamente correto. O espírito é de um dicionário, mas também uma paródia de dicionário." 'Aurélia', publicada pela Editora do Bispo, também pesquisou expressões em países de língua portuguesa como Portugal, Angola e Moçambique. O jornalista conta que o projeto começou há dez anos, em um site de internet, como uma brincadeira.
Entre os verbetes, estão bofe que significa heterossexual ou homossexual ativo e penosa, "uma bicha que causa problemas". 'Aurélia' também mostra termos do bajubá, linguagem usada por travestis.
Fonte: TV Terra